NOTÍCIA | CURSO DE JAPONÊS POR CORRESPONDÊNCIA

Foto: Victor Kebbes.
Foto: Victor Kebbe.

Este curso é voltado a professores de japonês ou aspirantes e a pessoas que pretendem elevar seu nível em língua japonesa. Um dos requisitos para participar é já ter alcançado o Nível N3 (entre antigo 3kyû e 2kyû) do Exame de Proficiência.

Dividido em cinco módulos, o curso contempla as matérias de: 1-Gramática e Estrutura Frasal, 2-Redação, 3-Compreensão Auditiva, 4-Leitura e Interpretação de Texto e 5-Kanji e Vocabulário.

Os alunos podem optar por receber o material do curso via correio ou e-mail, mas, no último caso, devem ter acesso a um computador que leia e escreva caracteres japoneses, além de ter conhecimento básico em Word e e-mail.

Ao final dos cinco módulos aqueles que atingirem o aproveitamento exigido e cumprirem o prazo de devolução das tarefas receberão um Certificado de Conclusão.

O formulário de inscrição deve ser solicitado diretamente ao CBLJ, que no dia 13 de maio comunicará o resultado da análise destes documentos.

Curso de Japonês por correspondência
Inscrições: até 10 de maio de 2013
Período do curso: de junho a outubro de 2013

Inscrição: R$ 230,00 x 5 + R$ 300,00 (material) = R$ 1450,00
Sócios CBLJ: R$ 160,00 x 5 + R$ 300,00 (material) = R$ 1100,00
Mais informações: (11) 5579-6513, com Motoko
E-mailseminario2@cblj.com.br

Centro Brasileiro de Língua Japonesa
R. Manoel de Paiva, 45 – Vila Mariana
04106-020 – São Paulo – SP
Fone: (11) 5579-6513 / 5579-7337
Fax: (11) 5574-0111
www.cblj.com.br

NOTÍCIA | ABRE CONCURSO INTERNACIONAL DE MANGÁ

Cartaz do 7o. Prêmio Internacional de Mangá. Divulgação.
Cartaz do 7o. Prêmio Internacional de Mangá.( Divulgação.)

O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Japão abriu inscrições para o 7º Prêmio Internacional de Mangá.  Haverá prêmios em dinheiro e a Fundação Japão levará os vencedores dos melhores trabalhos para a cerimônia de premiação, no Japão, em janeiro de 2014.

Os trabalhos de mangá (24 páginas ou mais) devem ser produzidos fora do Japão. Podem concorrer tanto  trabalhos publicados como os não-publicados, a não ser os  já apresentados nas premiações passadas.  Os trabalhos devem ser chegar até 31 de maio ao Japão.

Veja mais informações do regulamento aqui e informação do 1º ao 6º Prêmio Internacional de Mangá aqui.  Endereços da Embaixada do Japão e consulados aqui.

Mais informações na Embaixada do Japão no Brasil, pelo telefone (61) 3442-4200 (ramal 252) ou diretamente pelo endereço : SES Av. das Nações Qd. 811 lote 39 – 70.425-900 Brasília-DF, com  Maurício Martinho.

 

 

NOTÍCIA | MURAKAMI CONTINUA MOVENDO MENTES

Capa da edição brasileira do segundo volume de 1Q84 .
Capa da edição brasileira do segundo volume de 1Q84 .

O mais novo livro de Haruki Murakami, O Descolorido Tsukuru Tasaki e o Ano de Sua Peregrinação já tem 10 mil reservas no Japão. O lançamento  está anunciado para esse mês. No Brasil, ainda estamos digerindo a trilogia 1q84. O  segundo volume foi lançado em março,  com tradução da professora de Literatura Japonesa Lica Hashimoto.

O fenômeno Murakami continua conquistando corações e mentes. Para a sua tradutora brasileira, o maior mérito do autor é estabelecer um pacto com um leitor, que o conduz ao universo da ficção:  “universo em que ‘a mentira possui o seu grau de veracidade’, no dizer de Mario Vargas-Lhosa em seu ensaio ‘La verdad de las mentiras’ (1996). A descrição cuidadosa do cotidiano e a maestria com que Murakami desenvolve o fluxo de consciência de seus personagens criam laços entre o leitor e o narrador de modo a aguçar a nossa curiosidade intelectual através do conhecimento da música, história, literatura, moda, culinária etc. Nesse sentido, pode-se dizer que o leitor compartilha a conscientização de que somos cidadãos do mundo, possibilitando o diálogo entre os homens aproximando-os num todo orgânico sem desmerecer suas particularidades.”

Sobre a obra que traduziu, Lica diz que “é uma narrativa que espontaneamente prepara o leitor a adentrar nas possíveis interpretações simbólicas – políticas, econômicas, sociais, metafísicas e psicanalíticas – que permeiam as relações entre o mundo objetivo e subjetivo. Há uma clara alusão de que a interdependência de todos os fenômenos é um dos ensinamentos mais úteis que a experiência e a observação da realidade nos têm ensinado. 1Q84 não é, portanto, um livro de leitura apressada e desatenta. Trata-se de uma obra em que o leitor será gradativamente conduzido a ver — com os olhos físicos, da mente e da alma — um ou mais significados, iluminados por sucessivas camadas de entendimento e denunciar o desencanto e a impotência do ser humano diante das injustiças do mundo contemporâneo. Uma reflexão sobre o poder da intangível ficção que se apropria da linguagem para transformar o mundo.”

O volume 2 de 1Q84 aprofunda a trama anunciada no  volume 1.  A assassina Aomame segue a missão de vingar mulheres que sofreram por abuso ou violência por seus companheiros e o ghost writer Tengo tem que lidar com as marcas de seu passado, que tem afinidades com Aomame.  Nesse livro, ambos se desligam de seus coadjuvantes – Aomame de Ayumi, que morre assassinada e Tengo, de sua namorada. Ficam, portanto, mais solitários. A  solidão é crucial para quase os levar a se encontrar. Mas o encontro esperado não acontece e fisicamente, surgem ou ressurgem outros parceiros/antagonistas  como misterioso Líder do Povo Pequenino e Fukaeri, a adolescente disléxica que escreveu a história do Povo Pequenino.

No fim do livro, fica a dúvida: Aomame é uma personagem criada por Tengo ? A pergunta só pode ser respondida no terceiro volume.

No Brasil, foram traduzidas as seguintes obras:

  • Do que eu falo quando eu falo de corrida [Hashiru koto ni tsuite kataru toki ni boku no kataru koto]. Rio de Janeiro: Alfaguara , 2010.  Tradução Cassio de Arantes Leite.
  • Após o anoitecer [Afutā Dāku, 2004]. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2009. Tradução do japonês Lica Hashimoto .
  • Minha querida Sputnik [スプートニクの恋人, Supūtoniku no koibito, 1999]. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2008. Tradução Ana Luiza Dantas Borges.  OBS: já esgotada, a primeira tiragem deste livro saiu em 2003, pela Objetiva.
  • Kafka à beira-mar [海辺のカフカ, Umibe no Kafuka, 2002]. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2008. Tradução do japonês Leiko Gotoda.
  • Norwegian Wood [ノルウェイの森, Noruwei no mori, 1987]. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2008. Tradução do japonês Jefferson José Teixeira.  OBS: a primeira tiragem, também esgotada, saiu em 2005,  pelo selo Objetiva
  • Dance Dance Dance [ダンス・ダンス・ダンス, Dansu dansu dansu, 1988]. São Paulo: Estação Liberdade, 2005. Tradução do japonês Lica Hashimoto e Neide Hissae Nagae.
  • Caçando carneiros [羊をめぐる冒険, Hitsuji o meguru bōken, 1982]. São Paulo: Estação Liberdade, 2001. Tradução do japonês Leiko Gotoda. (MK)

Declarações de Lica Hashimoto extraídas do blogue Livros Abertos, de Camila Kehl.

 

21 LITERATURA | AS JAPONESAS SEGUNDO LAFCADIO HEARN

"Ao lado da janela", Toraji Ishikawa, 1912:  japonesa que começa a se libertar

“Ao lado da janela”, Toraji Ishikawa, 1912: japonesa que começa a se libertar

A maior obra de arte  japonesa

“Isto porque já foi dito de maneira contundente que os produtos estéticos do Japão mais maravilhosos não são seus objetos de marfim, nem de bronze e nem suas porcelanas, nem suas espadas, e nenhuma de suas maravilhas em metal ou laca – mas suas mulheres. Ao aceitar como parcialmente verdadeiro a afirmação de que a mulher em geral é o que o homem faz dela, podemos dizer que esta afirmação é mais correta no caso da mulher japonesa do que qualquer outra. É lógico que levaram-se milhares de anos para criá-la,  mas o período ao que me refiro já estava com o trabalho completo e aperfeiçoado (…). a mulher japonesa tem uma ética completamente diferente da do homem japonês. Talvez este tipo de mulher não aparecerá novamente no mundo por milhares de anos: as condições da civilização industrial não vão permitir sua existência. Este tipo não poderia ter sido criado numa sociedade em que a competição acirrada se transforma  em algo imoral tal qual conhecemos bem de perto (…) em resumo, só uma sociedade baseada no culto aos ancestrais poderia tê-la produzido (….)A mulher japonesa só pode ser conhecida em seu próprio país – a mulher japonesa preparada e aperfeiçoada pela educação de antigamente para aquela sociedade estranha na qual seu charme moral – sua delicadeza, seu extremo altruísmo, sua piedade e confiança pueril, sua percepção refinada de todos os modos e maneiras de criar felicidade ao seu redor – pode ser entendida e apreciada (…) A educação à moda antiga de seu sexo foi direcionada para o desenvolvimento de toda qualidade essencialmente feminina, e para a exclusão da qualidade oposta. Bondade, docilidade, empatia, ternura, graça  – estes e outros atributos foram cultivados para desabrochar totalmente (…) Seu sucesso  na vida foi planejado para depender de seu poder de ganhar afeição pela gentileza, obediência, bondade – não somente a afeição do marido, mas dos sogros, dos cunhados, das cunhadas – em resumo, de todos os membros de um lar estranho. Deste modo, para ter sucesso, exigia-se bondade angelical e paciência. E  a mulher japonesa colocava em prática o ideal de um anjo budista. Um ser que trabalhava somente para outras pessoas, pensava somente em outras pessoas, feliz somente ao proporcionar prazer para outrem – um ser incapaz de maldade, incapaz de egoísmo, incapaz de agir contrário ao seu sentido de ser correto – e apesar desta gentileza e delicadeza, pronta para a qualquer momento, doar sua vida, sacrificar tudo ao chamado do dever, tal era o caráter da mulher japonesa.” (p. 361-366).

O sacrifício da mulher japonesa

“Para o pensamento moderno, a posição da mulher na família japonesa de outrora parece ter sido o contrário da felicidade. Na infância ela tinha que se submeter não somente aos mais velhos assim como a todos os adultos do sexo masculino da casa. Ao ser adotada como esposa num outro lar, ela simplesmente passava num estado semelhante de submissão, sem ter entretanto a afeição que os laços dos pais e irmãos lhe garantiam em seu lar ancestral. Sua estada na família do marido não dependia da afeição que ele lhe tivesse, mas sim da vontade das pessoas da casa, especialmente dos mais velhos. Ao divorciar, ela não podia ficar com os filhos: eles pertenciam à família do marido. Em todos os casos, seus deveres de esposa eram mais desafiadores do que de uma empregada. Somente na velhice ela poderia ter esperança de exercer alguma autoridade, sob tutela.  ‘Uma mulher não pode ser dona de sua própria casa nos Três Universos’, declarava um velho provérbio japonês. Não lhe era permitido também ter seu próprio culto – não havia culto especial para as mulheres da família – nenhum ritual especial diferente do de seu marido. E quanto mais alto fosse a posição da família em que ela entrou como esposa mais difícil seria sua posição. Para as mulheres da classe aristocrática não havia liberdade alguma: ela não podia nem mesmo passar além do portal de sua residência a não ser num palanquim ou escoltada, e sua existência como esposa era amargurada pela presença de concunbinas na  casa.”

Traduções do o livro Japan an attempt at interpretation (Tóquio, 1995). Trechos extraídos da tese O encontro Ocidente-Oriente na obra de Aluisio Azevedo e Lafcadio Hearn, de Maria Cristina Wiechmann Fukushiman (USP, 1996). 

Patricio Lafcádio Hearn chegou ao Japão em 12 de abril de 1890, aos 40 anos de idade. Apaixonou-se pela cultura japonesa de tal modo que adquiriu um nome japonês: Koizumi Yakumo. Lafcadio nasceu na ilha grega Leucadia, mas foi levado a Dublin para fazer parte da família Hearn aos dois anos de idade, em 1852. Em 1869 muda para Nova Iorque e em 1872 consegue seu primeiro trabalho num jornal de Cincinatti (Ohio). Casa-se com uma mulata e é perseguido por isso. Separa-se e muda para New Orleans, em 1877.  Ali, em 1878 consegue outro emprego em jornal, onde trabalha durante cinco anos e traduz seus escritores preferidos, como Pierre Loti. Em 1881, outro jornal lhe pede para fazer traduções de jornais franceses e espanhóis. Começa a publicar livros sobre literatura fantástica. Em 1897, vai para a Martinica e depois, em 1890, para o Japão. Ali,  instala-se em Matsue,  casa-se com Setsuko e em 1896 passa a ter cidadania japonesa.  Em 1894, o casal  muda para Kobe. Em 1895, passa dar aulas na Universidade de Tóquio. Na capital japonesa, Setsuko teve três filhos – Iwao, Kyoshi e Suzuko. Lafcadio morreu em 1904. 

NOTICIA | UM HANA MATSURI MAIS SÓBRIO EM CURITIBA

Hana Matsuri 2012. Foto: Mylle Silva.
Hana Matsuri 2012. Foto: Mylle Silva.

No Festival das Flores 2013, ou  Hana Matsuri, que acontece nesse fim de semana na Praça do Japão, em Curitiba, a ordem é sobriedade. Coerente com a comemoração, que é a celebração do nascimento de Buda, os organizadores resolveram trazer palestras sobre budismo para o palco, além de atrações pop. Assim, representantes de diferentes  escolas apresentam suas filosofias para o grande público, em meio a desfiles de Cosplay e apresentações de Taiko.

Não faltarão as tradicionais cerimônias do Kanbutsu-e (banho de chá doce no Buda) e  o Hanamido (cortejo de acólitos) .

No sábado (27), às 15h20 min, o aikidoca Wilson Sagae apresenta a técnica do Kokiy (respiração do aikido) e às 17h10 min, o Shinshin Toitsu Aikido; às 16h30 min, o   japonês Saikawa Roshi, considerado um dos grandes mestres zen da atualidade, uma palestra sobre zen-budismo; às 17h40 min, Bruno Davanzo apresenta o taichichuan. No domingo (28), às 11 horas, haverá meditação e recitação de mantra de Buda Shakiamuni, com oferecimento de lamparinas, promovido pelo Centro de Budismo Tibetano Chagdud Gonpa Brasil – Dordje ling Curitiba.

Nos dois dias, na Biblioteca Hideo Handa, após o encerramento das apresentações no palco, acontece o monólogo “Corrente fria, corrente quente”, de Fernanda Fuchs. O texto foi premiado em concurso do Bunkyo-SP, em 2012 e apresentado no Seto Matsuri e no Festival de Teatro de Curitiba.

Veja a programação detalhada em eventos.

NOTÍCIA | CULTURA JAPONESA EM REDE DE EDUCAÇÃO

21noticiaimagem17Nessa semana, a TV Paulo Freire, um circuito de TV da rede de ensino estadual do Paraná exibe dois programas sobre a  cultura japonesa, no programa Desfolhando. Os dois programas vão ao ar nos dias 24 e 26 de abril. No primeiro episódio, o professor e quadrinista Fulvio Pacheco conta a história e as características do mangá, histórias em quadrinhos em estilo japonês.

O programa será entremeado por leituras de trechos de Buda, de Osamu Tezuka, um clássico do mangá. A leitura será feita pela professora de mangá Fernanda Fujiwara. Além da leitura, a professora de desenho Fernanda Lissa ensinará alguns traços do característico desenho japonês.

No segundo programa exibirá entrevista com o escritor maringaense  Oscar Nakasato, autor do livro Nihonjin, que ganhou o prêmio Jabuti, em 2012. O romance conta a história de um japonês que veio trabalhar nas fazendas de café, em São Paulo. A narrativa trata da imigração japonesa iniciada no início do século 20.

O programa Desfolhando é produzido pela TV Paulo Freire, e em cada episódio um gênero literário é abordado de forma pedagógica, como forma de incentivar a literatura aos alunos da rede estadual de educação.

Desfolhando
Quarta-feira (24/4) manhã – 08h 25min/tarde – 13h 25min
Sexta-feira (26/04) manhã – 09h 15min/ tarde – 14h 15min

O programa estará disponível na internet a partir da quinta-feira (25), aqui. E aqui você pode ouvir uma breve explicação de Fulvio Pacheco sobre a história das HQs.

21 RECEITA | SORVETE DO SHIN KOIKE (Shin Koike-さんのアイスクリーム)

Foto: Lu Noguchi
Foto: Lu Noguchi

Esta é uma releitura da sobremesa “Sorvete de Rapadura com Gelatina de Café”  do chef Shin Koike. Nesta receita,  o chef explorou a complexidade de sabores dos ingredientes tipicamente brasileiros (cachaça, rapadura, café) em uma sobremesa leve e contrastante. Para mim, um intenso arauto do umami. Fiz uma releitura trocando a rapadura por doce de leite, dando uma característica mais sulista, ao prato. Outra “licença gastronômica” foi a utilização da gelatina de agar-agar ao invés da gelatina comum brasileira. Conferindo assim uma leve essência nipônica à receita.

 

SORVETE DO SHIN KOIKE

(Shin Koike-さんのアイスクリーム)

 

Ingredientes:

  • 1 pote de sorvete de creme de 1 litro
  • 80g de fondant de doce de leite
  • 40 ml de cachaça

 

Gelatina de Café (Kanten de café)

  • 1 envelope de gelatina de agar-agar
  • 280ml de agua fria
  • 225ml de café prepado forte, sem açúcar
  • 15ml de licor de café

Passo 1:Preparo do Sorvete

Pique o doce de leite em pedaços miúdos e reserva. Deixe o pote de sorvete na temperatura ambiente por 20 minutos e incorpore, delicadamente, os pedaços de doce de leite. Acrescente a cachaça e leve ao freezer novamente.

Passo 2:Preparo da Gelatina de Café

Dilua o agar-agar na agua fria e leve ao fogo brando, até levantar fervura, sem parar de mexer por 3 minutos. Espere esfriar e incorpore o café preparado e o licor de café e misture bem para ficar homogêneo. Despeje numa fôrma de 20×12 cm e aguarde até a gelatina ficar firme. Corte-a em cubinhos.

Passo 3:Apresentação

Deixe o sorvete em temperatura ambiente até ficar ligeiramente amolecido e sirva-o em tigelinhas individuais, adicionando os cubinhos de gelatina de café junto à bola de sorvete.

Rendimento: 10 porções.