NOTÍCIA | MOSTRA DA NIKKATSU EM CURITIBA

Cena de Kokoro, de Kon Ichikawa
Cena de Kokoro, de Kon Ichikawa

Em 1912, quatro grandes empresas do setor cinematográfico do Japão de então se uniram para formar a “Nihon Katsudou Syashin Kabushi Kaisha”, a empresa de produção e divulgação de filmes mais antiga do Japão, conhecida como “Nikkatsu” em abreviação.

A Nikkatsu sobreviveu a épocas conturbadas como o Grande Terremoto de Kanto, a Guerra do Pacífico (a segunda guerra mundial) e o pós-guerra. Em um século produziu mais de 7000 filmes, lançou atores e diretores que tiveram seus nomes marcados para sempre na história do cinema japonês.

A Nikkatsu realizou poucos filmes sobre samurai e dramas épicos, mas em 1960 decidiu investir seus recursos para produzir dramas urbanos  envolvendo jovens, comédias, filmes de ação e de gângsters. De  1950 a 1971 eram reconhecidos pelos grandes orçamentos para filmes de ação planejados para o público jovem.   A produtora foi a responsável pelo lançamento dos diretores da nouvelle vague japonesa : Shohei Imamura, Ko Nakahira e Seijin Suzuki.  Empregou astros como  Yujiro Ishihara, Akira Kobayashi, Joe Shishido, Tetsuya Watari, Ruriko Asaoka, Chieko Matsubara,  Meiko Kaji e  Tatsuya Fuji. (Da redação).

MOSTRA DE CINEMA JAPONÊS 100 anos Produtora Nikkatsu

De 1 a 10 de março de 2013 na Cinemateca de Curitiba

PROGRAMAÇÃO

  • 01/03 sex

16 Megane (Óculos)  – Diretor / Roteiro: Naoko Ogigami
19 Arashi wo Yobu Otoko (O homem que chama tempestades) – Diretor: Umetsugu Inoue

  • 02/03 sáb

16 Nihon Retto (Ilhas do Japão) – Diretor: Kei Kumai
19 Ashita no Watashi no Tsukuri Kata (Como me tornar eu mesma) – Diretor: Jun Ichikawa

  • 03/03 dom

16 Gaityu (Inseto)- Diretor: Akihiko Shiota
19 Taiheiyo Hitori Bocchi (Sozinho no Oceano) – Diretor: Kon Ichikawa

  • 04/03 seg

16  Jibun no Ana no Naka de (Dentro do seu próprio buraco) – Diretor: Tomu Uchida
19 Hyakuman Yen to Nigamushi Onna (A garota de 1 milhão de Ienes) – Diretor / Roteiro: Yuki Tanada

  • 05/03 ter

16 Ketto Takadanobaba( Duelo em Takadanobaba) – Hiroshi Inagaki e Masahiro Makino

19 Kokoro (Coração) – Diretor: Kon Ichikawa

  • 06/03 qua

16 Nihon Retto ( Ilhas do Japão) – Diretor: Kei Kumai
19 Gaityu (Inseto) – Diretor: Akihiko Shiota

  • 07/03 qui

16 Ashita no Watashi no Tsukuri Kata (Como me tornar eu mesma) – Diretor: Jun Ichikawa
19 Arashi wo Yobu Otoko (O homem que chama tempestades)- Diretor: Umetsugu Inoue

  • 08/03 sex

16 Taiheiyo Hitori Bocchi (Sozinho no Oceano ) –  Diretor: Kon Ichikawa
19 Jibun no Ana no Naka de (Dentro do seu próprio buraco)  – Diretor: Tomu Uchida

  • 09/03 sáb

16 Kokoro (Coração)- Diretor: Kon Ichikawa
19 Megane (Óculos) – Diretor / Roteiro: Naoko Ogigami

  • 10/03 dom

16  Hyakuman Yen to Nigamushi Onna (A garota de 1 milhão de Ienes)
19  Ketto Takadanobaba (Duelo em Takadanobaba)

Sinopses dos filmes disponível aqui.

Local: Cinemateca de Curitiba
Rua Carlos Cavalcanti, 1174 – São Francisco
(41)3321-3252 / (41)3321-3270
Todos os filmes serão exibidos em japonês com legendas em português.

 

 

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19 GASTRONOMIA | O DOCE SABOR DO FEIJÃO

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Por Lu Noguchi

No início da primavera de 2012 escrevi sobre as duas grandes correntes da confeitaria japonesa, a yogashi (de influência ocidental) e a wagashi (típica japonesa). Lá, prometi que aprofundaria mais sobre a culinária wagashi, situada na proposta do MEMAI, ou seja, apresentar aos leitores a cultura e os costumes japoneses. Várias são as possibilidades culinárias na corrente wagashi ((和果子)), mas o chamariz dos ingredientes típicos e que em certo ponto causa estranheza ao paladar e os olhos ocidentais é a utilização do feijão japonês nas preparações.

A pasta ankô é muito utilizada para rechear os manju, moti, pão anpan e na fabricação do delicioso yokan. Este último figura entre meus favoritos dos doces japoneses. Os doces tradicionais nipônicos são menos adocicados e o yokan evidencia o sabor dos ingredientes utilizados no seu preparo. Servir uma fatia deste doce acompanhado de chá verde é uma explosão de sabores para o paladar, um contraste interessante e  recorrente nas mesas japonesas.

O yokan (羊羹) é um doce versátil e com sabor único. Seu preparo, quando caseiro, exige paciência e atenção devido ao passa-a-passo meticuloso e de ingredientes não tão baratos em terras tupiniquins (feijão azuki e ágar-ágar). A base deste doce é uma combinação perfeita: a presença do feijão, batata-doce, chá verde (os mais comuns) e a consistência do kanten (gelatina de algas).

Há diversas opções industrializadas importadas do Japão nas lojas de produtos orientais pelo Brasil afora. Ressalto, entretanto que o melhor yokan que provei foi feito em Maringá no interior do Paraná, numa festa familiar. Este que marcou meu paladar era muito semelhante a marmelada brasileira tanto em textura, com suaves grânulos nas fatias, como no sabor adocicado a medida nipônica, ou seja, para menos açúcar.

 Existem dois tipos principais de yokan e os mais tradicionais são os ogura yokan (com a base de feijão azuki) e os kuri yokan feitos com base de batata-doce com ou sem castanhas na massa. Uma das fábricas expoentes na fabricação e comercialização do yokan, no Japão, é a Toraya. Como em diversos segmentos de wagashi no Japão, os yokan são embalados como jóias para presente. Vale a pena conferir o site para um deleite visual e para os que estão de malas prontas para o Japão fica a dica de uma boa aquisição.

 Não resisti e a receita desta edição, testada e aprovada, é de ogura yokan. O meu favorito!

Itadakimasu (いただきます)!

RECEITA

 


12gastronomiafotoluLu Noguch
i é  chef patissier da Lu Noguchi Cakes. Nutre desde a infância a paixão pela cultura e a gastronomia japonesas. Quando não está cozinhando, é pesquisadora na área de educação e políticas educacionais brasileiras

 

19 RECEITA | OGURA YOKAN

19gastronomiaimagem02Ingredientes

  •  2 xícara de feijão azuki;
  • 3 xícaras e 2/3 de açúcar;
  • 1 pitada de sal;
  • 1 colher de sobremesa de kanten (agar-agar) em pó
  • água.

 Preparo:

 1º Passo: Pasta anko

 Cozinhe o feijão azuki em água, na panela de pressão, por 20 minutos. Bater os grãos cozidos no liqüidificador com 1/2 xícara do caldo que restou do cozimento, para ficar cremoso. Transfera para uma panela e acrescente as três xícaras de açúcar e 1 pitada de sal. Leve ao fogo e quando começar a borbulhar, reduza o fogo, mexendo sem parar, com uma colher de pau, até que adquira consistência (ponto para enrolar), soltando totalmente do fundo da panela. Use panela de fundo grosso e alta para preservar as mãos dos respingos quentes desta massa. Reserve.

 2º Passo: Agar-agar

 Dissolva o agar-agar em uma tigela com duas colheres de sobremesa de água fria. Reserve.

 3º Passo: Preparo do Yokan

 Em outra panela adicione três colheres (sobremesa) de água e depois o agar-agar dissolvido. Leve ao fogo brando, mexendo sempre e  acrescente mais 2/3 de xícara de açúcar misturando bem para que o açúcar dissolva completamente. Quando aquecer, incorporar  a pasta anko, aumentar o fogo mexendo sem parar, até que se inicie novamente a fervura. Abaixe o fogo e continue mexendo, para que o doce atinja o ponto de consistência ideal (cerca de 10 minutos após a fervura), ou seja, solte novamente do fundo e da lateral da panela, formando uma massa bem espessa e meio dura de mexer, tendente a grudar em torno da colher de pau, formando um bolo no centro da panela. Após este processo retire do fogo e deixar amornar.

 4ºPasso: O Yokan modelado

Coloque o doce, morno, em um recipiente pequeno, quadrado ou retangular, forrado com folha de filme (PVC) para facilitar a remoção. Assente bem a superfície, alisando-a com uma colher, devendo o doce ter altura de 3 cm ou mais de altura. É possível colocar parte da massa em forminhas de modelar em formatos variados (flor, círculos,etc) atentando para a altura das laterais. Deixe esfriar completamente e feche o recipiente.  Leve à geladeira por no mínimo 4 horas.  O yokan caseiro dura em torno de um mês se armazenado em pote hermético em geladeira.

19 LITERATURA | NAGAI KAFU RETOMA O MUNDO FLUTUANTE

Histórias da outra margem - capa alta

Por Marilia Kubota

Nostalgia é o principal elemento de Histórias de outra margem, de Nagai Kafu, (Editora Estação Liberdade, tradução de  Andrei Cunha).  O protagonista, o escritor Tadasu Oe,  refugia-se na zona de prostituição na margem leste do Rio Sumida, em Tóquio, para reviver tempos passados.  O mais novo lançamento no Brasil do escritor japonês apaixonado pelo mundo das gueixas pode ser enquadrado dentro do gênero nikki (diário), bastante praticado na literatura japonesa. Esse gênero combina rememoração, ficção, poesia,  crônica e  ilustração.

No bairro de prostituição, Oe encontra-se com  Oyuki, com quem mantém um caso. Em suas idas e vindas da periferia,  pensa sobre o próprio processo de escrever, enquanto busca  ideias para continuar o romance O desaparecimento, sobre um cinquentão que abandona a família para viver uma nova paixão.

Oe parece querer fugir não só do terremoto  que destruiu a cidade em 1923, mas também do progresso industrial que oprime a classe rural e força os agricultores a venderem suas filhas a bordéis para conseguirem sobreviver.

A força dessa  obra está no tom intimista. Não há lamentos escancarados pelo passado, apenas a constatação do escritor de que é um outsider, apreciador  de uma outra época.  “Na região de Tamanoi, dizem haver umas seis ou sete centenas de putas; dentre elas, uma em cada dez talvez ainda use o penteado à moda antiga. A maioria se veste como as garçonetes de bares, com quimonos modernos, ou ainda à ocidental, como as vedetes. A mulher que me dera refúgio contra o temporal pertencia ao pequeno grupo das que ainda se vestiam como outrora, e foi essa sensação — de que ela pertencia a uma cena esmaecida de outros tempos — que me levou a usar este estilo edulcorado e a querer evitar ferir a descrição da realidade com o simples intuito de ser mais original.” [p. 42]

O gosto pelo anacrônico e pelo melancólico, Kafu parece ter adquirido por influência de suas leituras e vivência na França.  E ele consegue descrever a melancolia em tons suaves : “Eu achava tudo aquilo estimulante: o penteado fora de moda de Oyuki, a imundície do canal e o zunir dos mosquitos me traziam memórias de um passado de há três, quatro décadas. Expresso aqui minha gratidão a ela por me proporcionar essas sensações estranhas, por despertar essas lembranças antigas. Mais do que um ator de kabuki em uma peça de Nanboku, ou daquele cantor Tsuruga qualquer coisa (como é o nome dele, mesmo?) narrando a triste história de Rancho, Oyuki, artista de muito maior talento, tinha o poder de invocar o passado em silêncio.” [p. 70].

O contraponto entre o “zunir dos mosquitos” do bairro dos bordéis e  “os sons da cidade, todos misturados, rádio, carros, trem”   marca a oposição entre a saudade do Japão tradicional e aquele que se reformulava após o periodo Meiji, de modernização do país.  Mas essa oposição não traz revolta, apenas uma serena resignação. A mesma resignação que  Yasunari Kawabata e  Junichiro Tanizaki partilharam, na contemplação da beleza em decadência.  O escritor, que precisa de silêncio para compor,  foge da invasão do rádio e do gramofone dos vizinhos em sua biblioteca.  É um solitário diante da invasão da modernidade, só na criação de seu romance e no seu envolvimento com a prostituta.

Histórias da outra margem - 2 - Shohachi Kimura

Oyuki é também, segundo o escritor, “testemunha de uma época passada”. Sua casa fora “esquecida pelas mudanças de tempo, preservando, de alguma maneira, memórias do início do período Taisho.” (p. 69) A casa da prostituta fica ” numa parte  tão afastada do bairro que os rádios e gramofones eram abafados pelo som do passados e vozes dos transeuntes.” (idem). O isolamento dos ruídos urbanos faz com que a única música possível sejam as vozes das mulheres e o zunir dos mosquitos , evocando uma cena do mundo flutuante do período Edo: “Dentro e fora das casas, o zunir dos mosquitos sublinhava a desolação típica da periferia – não a solidão dos subúrbios do período Showa, e sim aquela tristeza antiga das peças do kabuki de Tsuruya Nanboku.”

A “outra margem” do título evoca não apenas a margem do Rio Sumida, que o personagem transpõe para chegar à zona de prostituição, mas sua posição à  margem do progresso tecnológico. E sua adesão à companhia de uma jovem prostituta pobre é também a compaixão a essa população que vive à margem das  grandes cidades.  Citando um outro livro de Kafu (O sonho interrompido), é seu alter-ego Oe quem explica: “Assim como o palácio dos justos está sujo das fezes de corvos e ratos, também no vale do vício se encontram e se colhem às braças as belas flores da civilidade e do afeto e os frutos das lágrimas perfumadas dos sentimentos verdadeiros” [p. 85].

O AUTOR

Nagai Kafu nasceu em Tóquio em 1879. Desde a adolescência interessa-se por literatura e cultura tradicionais japonesa e chinesa, e aos 19 anos já escreve seus primeiros contos, que seriam publicados a partir de 1900. Em 1903 viaja a Nova York, onde trabalha em um banco japonês. Em 1906, por exigência profissional, muda-se para Lyon, na França, onde tem intenso contato com a cena literária, especialmente com a escola do simbolismo. Autor de romances, contos e peças de teatro, manteve intensa produção até sua morte, em 1959.

O ILUSTRADOR

Shohachi Kimura nasceu em 1893. Inicia a carreira de pintor na mocidade, atuando depois como crítico, especialmente do futurismo italiano e do cubismo de Pablo Picasso. Em 1915, funda com Ryusei Kishida, Sadao Tsubaki e Kazumasa Nakagawa a sociedade de belas-artes Sodosha. Além de traduzir para o japonês ensaios sobre arte contemporânea, é autor, junto com o fotógrafo Yoshikazu Suzuki, do álbum Ginza Kawai Ginza Haccho(1954), no qual reconstroem a história arquitetônica, prédio a prédio, de todos os quarteirões do bairro boêmio de Ginza. O artista falece em 1958.

 

19 KOTOBA | O PRAGMÁTICO E O POÉTICO

Jizo, ilustração de Lúcia Hiratsuka.
Jizo, ilustração de Lúcia Hiratsuka.

No dia 21 de janeiro, o ministro de Finanças do Japão, Taro Aso, disse  que os idosos deveriam “se apressar e morrer” em vez de custar dinheiro ao governo em cuidados médicos até o “fim da vida”.  A declaração causou polêmica e mal-estar, a ponto de exigir uma retratação do ministro. Ele se corrigiu,  afirmando que era apenas uma opinião pessoal.

A declaração desastrada aponta para uma das questões mais espinhosas da modernidade contemporânea: a velhice e a doença. Acostumados a celebrar as últimas novidades e a juventude, a velhice e suas consequências tornam-se temas indesejáveis. Graças a preconceitos como o difundido pelo ministro, sobem as estatísticas japonesas sobre o koryoshibo-nin : corpos encontrados em praias, montanhas e parques. Alguns idosos são encontrados mortos sozinhos ou em casa ou fora sem que ninguém confirmando sua identidade.

Mas nem sempre a velhice e a morte foram tratados com descaso.  O Japão  tem uma tradição cultural que reverencia os que têm mais experiência. Nos  Mukashi Banashi (narrativas de tradição oral),  inúmeras são as referências a um casal de idosos visitado por uma entidade sobrenatural: Momotaro,  Issunbôshi, Kaguya-hime, Jizo. Os idosos representam a sabedoria e a humildade, e essas qualidades são recompensadas com a aparição de uma entidade mágica.

A lenda de Ubasute-yama, por sua vez, trata da ruptura de um ritual ancestral, de os filhos levarem os pais para morrerem nas montanhas. Quando chega a sua vez de levar a mãe, um  filho de uma família pobre tenta levar a sua mãe, mas decide trazê-la de volta para casa apesar dos costumes tradicionais. Sua atitude muda os hábito de sua aldeia. A lenda é narrada  no filme A balada de Narayama, de Shoei Imamura, produzido em 1983.

Outros cineastas e escritores  japoneses,  como Akira Kurosawa, Yasujiro Ozu, Yasunari Kawabata, Junichiro Tanizaki , retrataram o fim da vida de maneira digna. Os idosos devem em seu último trajeto contar com a proteção do Estado e da família, como sua condição vulnerável exige. Afinal, o Estado não pode apenas pensar  em  poupar dinheiro da Previdência Social. Uma de suas funções é proteger os mais fracos. Antes que família de Aso desligue  os aparelhos quando estiver doente, o ministro terá muito tempo para conhecer melhor as tradições culturais de seu país e  evitar declarações catastróficas como a que fez em janeiro.

Marilia Kubota

NOTÍCIA | XXIII EXPOSIÇÃO DE CALENDÁRIOS JAPONESES

18noticiasimagem02Nos dias 22 ,  23 e 24 de fevereiro, o  Consulado Geral do Japão em Curitiba e a Associação Paranaense de Ex-Bolsistas Brasil – Japão (APAEX) realizarão a “XXIII Exposição de Calendários Japoneses”, no Mercado Municipal de Curitiba. No dia 22 haverá somente exposição,  das  11 h às  15 h e nos dias 23 (sábado) das 9 as 17 e dia  24 (domingo),  das 9  ao 12, haverá exposição e venda. Os calendários são uma doação de empresas japonesas e a arrecadação será repassada a uma entidade beneficente.

 

NOTÍCIA | BOLSA DE ESTUDOS NO JAPÃO

Até 13 de março estão abertas as inscrições para concorrer a bolsas de estudos  patrocinadas  pelo Ministério da Educação,Cultura, Esportes, Ciência e  Tecnologia do Japão (MEXT), nas modalidades de  “Cultura e Língua Japonesa” e “Treinamento para Professores”. A bolsa tem 1 ano de duração e inclui o pagamento de passagens de ida e volta e estadia no Japão.
O processo de seleção começa a aprovação dos selecionados na documentação. A prova escrita é no dia 15 de março,  a entrevista no dia 19 de março e no dia 20 de março são divulgados os aprovados na primeira fase.

Maiores informações sobre a Bolsa estão à disposição no site do Consulado Geral do Japão em Curitiba ou pelo telefone (41)3322-4919 ou e-mail:cultura@c1.mofa.go.jp.