KINEMA

Samurai (conhecido internacionalmente como Samurai Assassin) – Dir. Kihachi Okamoto, 1965. Ficcionalização da conspiração revolucionária que emboscou e matou Naosuke Ii, homem forte do shogunato Tokugawa, no dia 24 de março de 1860. O filme mostra, de um lado, os líderes da conspiração à procura de um traidor que estaria revelando os planos do grupo ao governo. De outro, é enfocada a vida de dois samurais participantes do movimento, que os líderes consideram suspeitos: Tsuruchiyo Niiro, um ronin (guerreiro andarilho) empobrecido que nutre o sonho de alcançar a posição de samurai, e Einosuke Kurihara, um samurai de linhagem aristocrática e ideais revolucionários que se torna amigo de Niiro. Além dos preparativos para o assassinato e das investigações em busca do traidor, o enredo trata também da origem de Niiro, um filho bastardo de um nobre samurai. Todos estes dados irão se entrelaçar até o desfecho trágico do filme.

Anma to Onna (conhecido internacionalmente como The masseurs and the woman) Dir.

Hiroshi Shimizu, 1938. Os massagistas cegos – anma, uma das duas profissões tradicionais para os deficientes visuais, juntamente com o biwahōshi, instrumentista que toca biwa – Toku e Fuku vão a uma cidade de veraneio nas montanhas para trabalhar durante o inverno atendendo os turistas. Lá, eles encontram outros colegas de profissão e com diversos clientes. Dentre eles, Toku fica bastante interessado em uma mulher misteriosa vinda de Tóquio e interage com um menino de aproximadamente seis anos, sobrinho de um outro cliente de uma hospedaria. O menino e o tio – que vieram também de Tóquio –convivem por algum tempo com esta mulher. Além disso, há um ladrão agindo na cidade, roubando o dinheiro dos clientes. Os roubos que se sucedem e a investigação feita por Toku funcionam como um elemento que conduz o enredo até o ponto culminante em que ele suspeita da mulher.

Torre de Tóquio – Mamãe e Eu, e Ás Vezes Papai (Tōkyō Tawā – okan to boku to, tokidoki, oton). Dir. Jōji Matsuoka, 2008. Masaya – apelidado de Mā – vive com a mãe e, inicialmente, também com a avó. O casamento de seus pais dera errado e o pai é uma figura esporádica na vida dele desde garoto. No presente, a mãe está hospitalizada em Tóquio devido à reincidência de câncer. O filme alterna dois tempos narrativos: o presente de sofrimento e o passado, que se aproxima gradativamente deste presente através das reminiscências do protagonista e narrador, Mā.

Em Busca do Arco-íris (Niji wo tsukamu otoko) – Dir. Yōji Yamada, 1996. Ryō é um jovem que se encontra confuso quanto ao seu futuro. Por não saber o que quer, o rapaz decide viajar sem rumo por todo o Japão, empregando-se por um tempo em ocupações inusitadas em cada parada. No momento em que chega a uma pequena cidade do interior, ele se encontra com o dono de um cinema quase falido. O cinema, além de uma sede fixa, também atua como cinema itinerante pelas outras localidades da região. Este será o emprego temporário que irá mudar a sua vida.

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